Amy minha filha, de Mitch
Winehouse, é a biografia de Amy contada pelo seu próprio pai.
Em um emocionante relato, Mitch
Winehouse narra a vida da própria filha, a cantora cujo talento conquistou
milhões de fãs no mundo todo em pouquíssimo tempo. Desde a infância, Amy
Winehouse se destacou por sua personalidade espirituosa, brincalhona e
espontânea. De maneira sincera e comovente, Mitch conta como Amy se tornou uma
grande estrela, sucumbiu ao vicio das drogas e morreu prematuramente aos 27
anos, em 2011.
O livro é fabuloso! O pai de Amy
relata sua história de um modo doce, suave, que um pai, aliás, qualquer pai
falaria de uma filha querida.
Quem gosta de biografia irá
adorar essa, que entra profundamente na vida de uma menina normal como qualquer
outra mas que por algumas razões acaba indo pelo caminho errado. O livro relata
também como a Amy se sentia quando cantava suas músicas e o modo como ela não
gostava de cantar ou não queria lembrar alguns momentos que certas músicas
lembravam-na.
Em um trecho do livro o pai de
Amy relata que um cd que ela gravou, todas as musicas exceto Rehab, foi escrita
para o seu amor Blake, e que a cada vez que entrava no palco e cantava as
músicas desse cd Amy chorava, e fazia com que seu pai e todos os outros
presentes sentissem o mesmo que ela sentia.
A biografia mostra como Amy
realmente era e na minha opinião o livro é perfeito, porque mesmo escrita pelo
seu pai, parece que ele a conhecia muito bem, e isso mostra como eles eram
próximos e como se amavam.
O amor que Amy sentia por Blake
é fora do comum, ou talvez não, acredito que várias pessoas tenham amor por um
cara como Blake, pois ninguém consegue fugir das armadilhas do coração e se
antes de ler a biografia eu já não gostava dele, agora então...
Não tenho pontos negativos para
relatar sobre o livro e não tenho palavras para dizer o quanto o livro é
comovente.
Lendo essa resenha vocês devem
pensar que sou fanática por Amy, mas acreditem, não sou fanática por nenhum
artista, nem livro, nem nada, eu pratico o desapego... kkkk
“Mesmo os supostos dias bons não estão livres de problemas. Você os
aproveita o quanto pode, mas lá no fundo está escondido aquele temor de que no
dia seguinte você poderá estar de volta á estaca zero, ou coisa pior.”
Eunice Ely